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Produtores de leite enaltecem trabalho da Cooperoeste em Passos Maia
Terca-feira, 08 de Agosto de 2017

Os produtores de leite de Passos Maia que comercializam com a Cooperoeste em Passos Maia estão muito satisfeitos com o atendimento da cooperativa. Um exemplo é Sandro Cimadão que mora no Assentamento 13 de Junho. Ele assegura que as vantagens de comercializar a produção de leite com a Cooperoeste são muitas. Um exemplo, cita ele, é o atendimento técnico-veterinário, além da atenção dispensada pelos diretores. “Vendo minha produção de leite há oito anos. Não tenho queixas. Só elogios”, destaca.

 ANTES E DEPOIS

Conforme Cimadão,  antes da Cooperoeste se instalar no município o recolhimento de leite era feito com tarros e depois começou a ser realizada a granel. Outro benefício, segundo ele, é que as outras empresas não tinham muito interesse nas linhas que estavam se formando e que passavam pelos assentamentos. “A Cooperoeste chegou e deu um suporte para nós e a coisa deslanchou”, enfatiza. “Além disso, a chegada da Cooperoeste fez com que o valor do leite pago aos produtores melhorasse, por causa da concorrência”, acrescenta.

O produtor também observa que a instalação da Cooperoeste em Passos Maia é importante já que o município é o segundo que mais possui assentamentos no Estado e a cooperativa está diretamente ligada à reforma agrária, à pequena propriedade e aos movimentos sociais. “Meu conselho é que os produtores de leite, principalmente os assentados,  vendam a produção de leite à Cooperoeste. Garanto, por experiência própria, que não vão se arrepender”.    O assentado afirma que está muito satisfeito e continuará sendo parceiro da Cooperoeste. “Inclusive neste ano passei a ser sócio da cooperativa”, informa.

A PROPRIEDADE

Cimadão tem em sua propriedade de 15 a 20 vacas em ordenha. Os animais são um cruzamento das raças Holandesa e Jersey. A média de produção é de cinco a seis mil litros mensais. Toda família ajuda no trabalho. Além de Sandro, colaboram a esposa Marinês e os filhos Adelar, de 12 anos de idade, e Mateus, 19 anos – que também é um ótimo gaiteiro.   

Apesar das constantes oscilações no preço, no entender do assentado, a produção de leite é uma ótima alternativa, pois garante uma renda mensal ao produtor. “Para o pequeno agricultor, com pouca área de terra, o leite é a melhor opção”, opina. Para os próximos meses, a ideia dele é aumentar o plantel e, consequentemente, a produção. “No entanto,  com os pés no chão, sem extrapolar”, diz, cautelosamente.

NA FOTO

Da esq. p/ dir.: Sandro, a esposa Marinês, os filhos Adelar e Juliano e o segundo diretor financeiro da Cooperroeste, Jucelino a Silva.  

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